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Romanielo e Magalhães: Da Fragmentação à Visão Integrada de Crescimento

Um escritório de advocacia especializado em defesa do consumidor e direito bancário enfrentava desafios críticos: dados financeiros dispersos em múltiplas planilhas, falta de visibilidade sobre fluxo de caixa, e uma estratégia de crescimento pouco estruturada. Através de uma transformação abrangente que incluiu implementação de dashboard financeiro, parcerias estratégicas, otimização de processos de venda e gestão disciplinada de caixa, o escritório triplicou sua taxa de conversão de leads em contratos, aumentou a previsibilidade de receita e criou uma base sólida para crescimento escalável.

O Desafio

Romanielo e Magalhães é um escritório de advocacia focado em defesa do consumidor e direito bancário. A empresa oferece consultoria jurídica preventiva, assessoria em processos e soluções para clientes que enfrentam problemas com instituições financeiras e questões de consumo.

Porém, por trás dessa operação bem-intencionada havia um problema crescente: a empresa estava operando no escuro.

Os dados financeiros estavam espalhados por múltiplas planilhas desconectadas. Não havia uma visão clara de quanto dinheiro realmente entrava no caixa a cada mês. As despesas operacionais não eram categorizadas de forma consistente. E, talvez o mais crítico, não havia um ponto de equilíbrio definido—ninguém sabia exatamente quanto a empresa precisava faturar para cobrir seus custos fixos.

"A gente tinha números em vários lugares, mas não tínhamos clareza sobre o que realmente significavam," relata um dos sócios. "Não conseguíamos tomar decisões estratégicas porque não tínhamos confiança nos dados."

Além disso, a estratégia de crescimento era reativa. Os leads chegavam principalmente por indicações e ações orgânicas no Instagram. O processo de fechamento de vendas era manual e dependia de conversas por WhatsApp, resultando em uma taxa de conversão baixa—apenas 6 a 7 contratos por mês. Não havia parcerias formais, não havia um funil de vendas estruturado, e não havia como saber qual canal de aquisição realmente funcionava.

A equipe também enfrentava pressão operacional. Sem uma visão clara de receita e despesas, era impossível tomar decisões sobre contratação ou investimento em crescimento. Cada mês era uma incerteza.

A Solução

A transformação começou com uma decisão fundamental: colocar dados e visibilidade no centro da estratégia.

O primeiro passo foi implementar um dashboard financeiro integrado. Em vez de múltiplas planilhas desconectadas, a empresa consolidou todas as informações em um único ponto de verdade. Receitas, custos variáveis, despesas fixas, recebíveis, inadimplência—tudo em um lugar, atualizado mensalmente.

Com esse dashboard, a empresa calculou seu ponto de equilíbrio: aproximadamente 30 mil em faturamento mensal. Esse número simples se tornou um norte estratégico. Toda decisão de investimento, contratação ou expansão passou a ser avaliada contra essa métrica.

"Quando você sabe exatamente quanto precisa faturar para cobrir seus custos, tudo muda," explica um dos sócios. "Você para de sonhar e começa a planejar."

Paralelamente, a empresa implementou uma estratégia de parcerias estratégicas. Identificou um grupo de advogados parceiros que poderiam referenciar clientes. Estruturou um modelo de divisão de receita que funcionasse para ambas as partes. O resultado foi imediato: 66 clientes vieram através de parcerias, criando um fluxo previsível de demanda.

Mas o maior ganho veio de uma mudança simples no processo de venda. A empresa começou a usar videochamadas de 30 minutos como etapa de fechamento para leads de tráfego pago. Não era apenas uma conversa—era uma oportunidade de demonstrar valor, responder dúvidas e criar confiança.

O impacto foi dramático. A taxa de conversão triplicou. De 6 a 7 contratos por mês, a empresa passou para mais de 20 contratos por mês.

"A videochamada muda tudo," relata um dos sócios. "O cliente vê você, ouve sua voz, sente sua expertise. Não é mais um texto anônimo no WhatsApp."

Além disso, a empresa implementou um retorno mensal aos clientes. Cada cliente recebia uma atualização sobre o andamento de seu processo. Parecia simples, mas transformou a percepção de transparência e satisfação.

A empresa também estruturou um plano de marketing mais disciplinado. Começou com tráfego pago em Instagram e Google, focado no nicho bancário. Criou um calendário editorial para conteúdo orgânico. Testou diferentes horários e formatos. E, crucialmente, começou a rastrear de onde cada cliente vinha—qual canal, qual campanha, qual parceria.

Tudo isso foi acompanhado por uma mudança cultural. A liderança se comprometeu 100% com a transformação. Reuniões mensais de planejamento se tornaram rotina. Dados passaram a guiar decisões, não intuição.

A Transformação

Os resultados foram imediatos e significativos.

A taxa de conversão de leads em contratos triplicou—de 6 a 7 para mais de 20 contratos por mês. Isso não era apenas um número; era a prova de que o modelo de venda funcionava.

A receita mensal se estabilizou em torno de 30 mil, atingindo o ponto de equilíbrio. Mas mais importante: a empresa agora tinha visibilidade sobre como chegar a 35 mil, 40 mil, ou além. Cada aumento de receita era planejado, não acidental.

O fluxo de caixa se tornou previsível. Com o dashboard, a empresa sabia exatamente quanto dinheiro entraria cada mês, quanto sairia, e quanto sobraria. Isso permitiu planejamento de investimentos, redução de inadimplência, e decisões sobre contratação baseadas em dados, não em esperança.

A empresa também ganhou clareza sobre sua estrutura de custos. Descobriu que sua margem operacional (EBITDA) era de 19%—saudável para o setor. Seus custos de serviço representavam 17% da receita. Suas despesas operacionais eram 35% da receita. Com esses números, a empresa podia fazer trade-offs informados: investir em marketing para crescer receita, ou reduzir custos para melhorar margem.

Além disso, a empresa agora tinha um funil de vendas estruturado. Sabia que parcerias geravam 66 clientes. Que tráfego pago gerava leads qualificados. Que conteúdo orgânico construía autoridade. Cada canal tinha um custo, uma taxa de conversão, e um retorno. Isso permitiu alocação inteligente de orçamento.

A equipe também ganhou confiança. Quando você tem dados, você pode planejar. Quando você pode planejar, você pode crescer sem medo.

"Agora a gente sabe para onde está indo," diz um dos sócios. "Não é mais um voo cego. É um plano."

A empresa também começou a explorar novos serviços e nichos. Com a base financeira sólida, podia investir em expansão—gestão de passivo para pessoa jurídica, direito previdenciário, novos canais como YouTube e LinkedIn.

O futuro é claro. A empresa tem uma meta de 50 mil em faturamento mensal. Com a estrutura atual, sabe exatamente o que precisa fazer para chegar lá: aumentar o volume de contratos, otimizar a taxa de conversão, ou expandir para novos nichos. Cada opção tem um custo e um retorno calculado.

"A transformação não foi apenas sobre números," reflete um dos sócios. "Foi sobre passar de um modelo reativo para um modelo proativo. De um modelo baseado em esperança para um modelo baseado em dados. E isso muda tudo."

Romanielo e Magalhães agora é uma empresa que cresce com propósito. Cada decisão é informada. Cada investimento é justificado. E cada cliente é parte de uma estratégia maior de crescimento escalável e sustentável.

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