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Boniatti Speciale: Da Operação Fragmentada à Gestão Integrada e Crescimento Sustentável

Boniatti Speciale é uma rede de supermercados que enfrentava desafios críticos em governança operacional, visibilidade financeira e gestão de estoque. Com a ajuda da Berry Consultoria, a empresa implementou um conjunto integrado de soluções que transformaram sua operação: desde a estruturação de processos de compra e controle de estoque até a otimização de campanhas de marketing e melhoria da governança financeira. O resultado foi um aumento significativo nas vendas, melhoria de margens, maior eficiência operacional e uma base sólida para expansão futura.

O Desafio

Boniatti Speciale é uma rede de supermercados que construiu sua reputação oferecendo produtos de qualidade e atendimento próximo ao cliente. A empresa cresceu de forma orgânica, com operações que funcionavam bem no dia a dia. Porém, esse crescimento trouxe complexidade que os processos informais não conseguiam acompanhar.

O maior problema? A falta de visibilidade. Dados estavam espalhados em planilhas diferentes. Compras, vendas e estoque não conversavam entre si. Ninguém tinha uma visão clara de quanto a loja realmente ganhava ou perdia em cada departamento.

"Não sabíamos fazer um balanço financeiro adequado. Tínhamos pouca clareza sobre o resultado real da loja e onde estavam os gargalos," relembra um dos líderes da empresa.

Além disso, havia problemas operacionais concretos. O açougue, um departamento crítico, funcionava de forma desorganizada. Havia divergências entre o que era comprado, o que era vendido e o que estava em estoque. Perdas não eram rastreadas. A equipe de compras operava de forma reativa, apagando incêndios em vez de planejar.

As campanhas de marketing eram pontuais e sem estrutura. Não havia um calendário de promoções. As decisões de preço eram feitas sem dados sólidos sobre margem e demanda. O fluxo de caixa era imprevisível, com picos de pagamento que deixavam a empresa apertada.

Tudo isso criava um cenário onde o crescimento era limitado. A empresa tinha potencial, mas não conseguia escalar porque não tinha controle sobre seus próprios números.

A Solução

Quando Boniatti Speciale procurou a Berry Consultoria, a conversa começou simples: "Precisamos entender melhor nossos números e organizar nossa operação." O que se seguiu foi uma transformação muito mais profunda.

A Berry não chegou com soluções prontas. Em vez disso, trabalhou lado a lado com a equipe para entender os problemas reais. Isso foi crucial. "A gente precisava de alguém que entendesse o varejo, que falasse nossa língua," comenta um dos gestores.

A estratégia foi estruturada em pilares:

Primeiro: Visibilidade Financeira

A Berry ajudou a criar um sistema de relatórios que mostrasse a realidade da loja. Um painel integrado que cruzava dados de compra, venda, estoque e margem. Pela primeira vez, a empresa podia ver exatamente quanto ganhava em cada departamento, em cada dia.

Isso parecia simples, mas mudou tudo. Com dados claros, as decisões deixaram de ser baseadas em intuição. Passaram a ser baseadas em fatos.

Segundo: Governança de Compras

A equipe de compras recebeu treinamento estruturado. Aprendeu a analisar histórico de venda, a negociar com fornecedores com base em dados, a planejar compras alinhadas com demanda real.

Implementou-se uma agenda clara de atuação para os compradores. Análise de fornecedores. Planejamento semanal. Tudo documentado. Isso eliminou o caos e criou previsibilidade.

Terceiro: Controle de Estoque e Operações

No açougue, criou-se uma função dedicada de controle administrativo. Alguém responsável por recebimento, pesagem, decomposição de peças, precificação. Auditorias diárias. Relatórios que mostravam exatamente onde estavam as perdas.

Implementou-se também um processo de balanço semanal. Cada semana, a equipe sabia exatamente qual era a margem de cada corte de carne, onde havia desvios, o que precisava ser ajustado.

Quarto: Campanhas Estruturadas

Em vez de promoções aleatórias, criou-se um calendário de campanhas. Aniversário da loja. Festival do Morango. Festival de Pescado. Cada campanha tinha um plano claro: quais produtos, qual preço, qual orçamento de marketing.

Usou-se impulsionamento digital, encartes impressos, parcerias com fornecedores. Tudo coordenado. Tudo medido.

"O que a Berry trouxe foi ordem. Ordem nos números, ordem nos processos, ordem na forma como a gente pensa sobre o negócio," diz um dos sócios.

A implementação exigiu 100% de comprometimento da liderança. Reuniões semanais. Acompanhamento constante. Ajustes rápidos quando algo não funcionava. Mas a equipe abraçou a mudança porque via os resultados acontecendo em tempo real.

A Transformação

Os números falam por si.

Nas primeiras semanas, as vendas do açougue cresceram 7%. Parecia pequeno, mas representava uma mudança de mentalidade. A equipe estava focada. Os controles estavam funcionando.

Depois vieram as campanhas. Um dia de promoção bem estruturada gerou um aumento de 45% na receita e 23% nas transações. Não era sorte. Era planejamento.

Ao longo dos meses, as vendas mensais cresceram em aproximadamente 200 mil reais. A margem de contribuição melhorou. O fluxo de caixa ficou mais previsível. A empresa conseguiu reduzir o excesso de estoque e manter a disponibilidade de produtos.

Mas o impacto foi além dos números.

A equipe ganhou confiança. Gestores que antes se sentiam perdidos agora tinham dados para tomar decisões. Compradores que antes operavam no caos agora tinham um plano claro. O açougue, que era um ponto de dor, virou um diferencial competitivo.

A empresa também ganhou capacidade de expansão. Com processos estruturados, com visibilidade financeira, com governança clara, ficou possível pensar em crescer. Não era mais um sonho vago. Era um plano concreto.

"Hoje a gente consegue olhar para o futuro com confiança. Sabemos que temos controle sobre o que fazemos," comenta um dos líderes.

A Berry continuou acompanhando. Ajustes finos. Novas campanhas. Melhoria contínua. Porque a transformação não é um ponto final. É um processo.

E o resultado? Uma empresa que cresceu. Que ganhou margem. Que conquistou eficiência. Que preparou o terreno para o próximo capítulo de sua história.

"A Berry não veio aqui para nos dizer o que fazer. Veio para nos ajudar a ver o que já tínhamos e como usar melhor. Isso fez toda a diferença," finaliza um dos gestores.

Boniatti Speciale não é mais uma loja que funciona bem apesar da desorganização. É uma operação estruturada, orientada por dados, pronta para crescer. E isso é apenas o começo.

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